Pontos Turísticos

Casa à Praça Juscelino Kubitschek
Atual Fórum de Diamantina. É uma das mais imponentes edificações do período colonial e apresenta detalhes dourados no teto e nos salões. Residência particular de vários nomes considerados ilustres da cidade.  Em meados do século XIX, abrigava a Câmara Municipal e, posteriormente, foi ocupada pelo Fórum e a Cadeia Pública local. 


Casa da Chica da Silva
Atual sede do Escritório Técnico do IPHAN. Residência do contratador de diamantes João Fernandes de Oliveira, que nela viveu em companhia da lendária escrava liberta Chica da Silva, provavelmente entre os anos de 1763 e 1771. É um dos exemplares mais expressivos da arquitetura residencial mineira do século XVIII, construída em estrutura autônoma de madeira, com vedações em adobe e pau a pique.


Casa do Muxarabi (Rua Francisco Sá)
Atual Biblioteca Antônio Torres, que é vinculada à Biblioteca Nacional e reúne um importante acervo em livros que pertenceram ao seu patrono, famoso escritor e jornalista diamantinense. Trata-se de construção remanescente do período colonial mineiro, presumivelmente da segunda metade do século XVIII, cuja singularidade é marcada pela presença de um muxarabi (tipo de balcão de origem mourisca, inteiramente vedado em treliças de madeira para garantir maior privacidade, sobretudo às mulheres)


Casa do Padre Rolim
Atual Museu do Diamante. Construída no século XVIII, sua importância histórica deve-se ao fato de ter sido a residência do inconfidente padre José de Oliveira e Silva Rolim, natural do Arraial do Tijuco e um dos principais personagens da Inconfidência Mineira (1789). Em princípios do século XIX, de volta ao Brasil, o inconfidente foi reembolsado com a quantia relativa à arrematação de sua casa, por decisão do Governo Imperial. A edificação apresenta cobertura em quatro águas, com beirais arrematados em cimalha e cachorros, a exemplo das edificações coloniais de Diamantina, com a área do pomar aos fundos e entrada de antigo túnel ali existente. 


Mercado Municipal
O antigo Mercado dos Tropeiros, construído em meados do século XIX, servia de ponto de encontro dos comerciantes para venda e troca de mercadorias vindas de outras regiões de Minas Gerais. A função do mercado não mudou muito. Hoje, o espaço chamado de Mercado Velho ou Mercado Municipal recebe todos os sábados pela manhã a feira da cidade. São vendidas comidas tradicionais, peças em tapeçaria, artesanatos e outros produtos típicos de Minas Gerais.


Antiga Estação Ferroviária de Diamantina
A Estrada de Ferro Central do Brasil que ligou Diamantina a Corinto, a Curvelo, a Belo Horizonte e ao litoral, foi inaugurada em 1914. Este terminal ferroviário funcionou até o início dos anos 1970, quando teve os trens de passageiros desativados. Atualmente, o Corpo de Bombeiros da cidade ocupa o prédio e a estação marca o início da Trilha Verde da Maria Fumaça.


Seminário Provincial Sagrado Coração de Jesus carrega consigo uma história que data mais de 150 anos, cumprindo a bela missão de ser sementeira de vocações para as terras diocesanas de Diamantina. Tendo sido iniciado pelo então bispo diocesano Dom João Antônio dos Santos, começou, sem uma sede própria, na Casa do Contrato – que, posteriormente, veio a funcionar como Palácio Arquiepiscopal – sob o nome de “Ateneu São Vicente de Paulo”.


Teatro Santa Izabel
O Teatro Santa Izabel foi construído em 1841 e aberto ao público no ano seguinte. Foi criado com o propósito de destinar a arrecadação das bilheterias às ações da Santa Casa de Caridade, objetivo difícil de se cumprir ao longo da história do Teatro, pois a sua conservação tornou-se muito dispendiosa. No edifício original foram apresentadas diversas e importantes peças teatrais da época, assim como bailes e conferências populares.


Chafariz do Rosário
A Fonte do Rosário, em Diamantina, Minas Gerais, é um chafariz colonial construído em 1787. Ele está localizado no Largo do Rosário, no centro histórico da cidade. É conhecido pelas suas carrancas com características negróides e antropomórficas, que se destacam por seus traços estilizados, rostos finos, lábios grossos e narizes alongados. 


Beco do Mota
O Beco, localizado no coração de Diamantina, Minas Gerais, possui uma história rica e multifacetada, marcada por mais de dois séculos de intensa vida boêmia, transformação social e reabilitação. Originalmente um local de casas velhas e decadentes, pavimentado em pé de moleque e formado por duas vielas que se entrecruzavam, o beco exercia um forte fascínio, tornando-se uma notória zona de meretrício que atraía os homens da cidade.


A Rua da Quitanda é uma das vias mais conhecidas e charmosas do centro histórico de Diamantina, em Minas Gerais. Sua história remonta aos primórdios da cidade, e ela já teve diversos nomes ao longo do tempo.
Atualmente é o palco principal da famosa Vesperata de Diamantina, um espetáculo musical ao ar livre que acontece em dois sábados por mês, de março a outubro.