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Vesperata de Diamantina abre o Natal da Mineiridade 2025 em BH

A iniciativa é apresentada pela Vale e proposta pela Pomar Cultural. A realização é da Pulsar Brasil, com produção da NaSala e Instituto Movare, e patrocínio de Itaú, O Boticário e Itambé. Com o tema “A Liberdade e as Artes”, o evento deste ano destaca as seis regiões de Minas e cria um percurso sensorial que celebra a pluralidade cultural do estado.

Abertura com a Vesperata Diamantina

O grande destaque da noite de estreia será a Vesperata de Diamantina, declarada Patrimônio Cultural de Minas Gerais e um dos ícones turísticos do país. O concerto, apresentado ao ar livre e executado por bandas posicionadas nas sacadas históricas, se tornou símbolo da identidade mineira. É tradição, história e modernidade convivendo no mesmo palco.

A programação começa às 19h, com a solenidade oficial. Às 20h, o público acompanha uma sequência de projeção mapeada e show de laser, que prepara o clima para a chegada mais esperada da noite. Às 20h10, Papai Noel desembarca em seu trenó. Já às 20h40, tem início a apresentação da Vesperata Diamantina, acompanhada por projeções temáticas.

Por volta de 21h40, um show de drones colore o céu e serve de cenário para as últimas músicas do concerto. O cortejo do Papai Noel acontece às 22h, seguido de um show especial às 22h30. O encerramento está previsto para as 23h.

Luz, arte e tecnologia que contam histórias

O conceito do Natal da Mineiridade aposta na integração entre o feito à mão e o tecnológico. Obras do artesão Zé do Arame dividem espaço com espetáculos de mapping, laser e apresentações de drones — incluindo o aguardado “trenó voador”.

A praça recebe cenografias inspiradas na arquitetura sacra e na estética regional. Uma instalação chamada “Revoada de Pássaros” simboliza a liberdade e conduz o visitante por diferentes experiências luminosas.

No centro, um presépio iluminado sobre as águas reforça o simbolismo da Sagrada Família. Já o Palácio da Liberdade vira a Casa do Papai Noel, com ambientes temáticos que evocam memória, afeto e tradição. A luz, aqui, não é coadjuvante: é linguagem, narrativa e identidade.